segunda-feira, 17 de junho de 2013

Situação de Aprendizagem
 
Objetivos
1)  Ler para conhecer o gênero conto;
2) Analisar a intencionalidade do autor;
3) Ler para despertar o gosto pela leitura.
 
Texto: Pausa
Autor: Moacyr Scliar
Gênero: conto
Duração: 5 aulas
 
Antes da leitura
 
  • Expectativas em função do autor:
          - Vocês conhecem o autor?
          - Já leram outros textos desse autor? Quais?
  • Antecipação do tema em função do título:
          - Qual é o significado da palavra "pausa"?
          - Que expressão nos dias atuais poderia substituir a palavra "pausa"?
          - Em que momentos pedimos uma pausa?
  • Expectativas em função da formatação do gênero:
          - Que características encontradas na estrutura do texto podem confirmar que trata-se de um conto?
 
Durante a leitura
(Leitura compartilhada)
  • Confirmação das antecipações ou expectativas sobre o título:
           - A princípio, a persongem parece ter uma "pausa"?
           - A personagem diz que "há muito trabalho a fazer", isso caracteriza uma pausa? Por quê?
           - Por que Samuel parou o carro antes do hotel?
           - Por que a personagem procurou um hotel? Como era esse hotel?
           - O que Samuel faz aos domingos?
  • Esclarecimento de palavras desconhecidas:
          O professor faz, juntamente com os alunos, um levantamento de palavras desconhecidas ou que dificultam a compreensão do texto, consulta em dicionário e coloca os significados na lousa.
 
  • Utilização das pistas linguísticas responsáveis pela continuidade temática:
           - É a primeira vez que Samuel tem esse comportamento?
 
  • Construção do sentido global do texto:
           - Por que ocorre a troca de nome de Samuel para Isidoro? Qual é a intenção da personagem?
 
 Após a leitura 
 
  • Construção da síntese semântica:
           - Qual é o foco narrativo?
           - Em que pessoa ocorre o diálogo entre o casal?
  • Troca de impressões:
            - A que o sonho relatado no conto remete? O que ele diz sobre a realidade da personagem principal?
  • Intertextualidade:
          - Filme "Click"
          - Texto "Emergência", de Mário Quintana
 
       Avaliação
 
       - Opção 1
 
        Produzir um texto considerando a seguinte questão: Se a esposa fosse dar uma pausa, o que ela faria?
 
        - Opção 2
 
         Imagine que num desses domingos de "pausa", a esposa tenha seguido o marido e descoberto seu estranho comportamento. Qual teria sido sua reação? E a reação do marido? 
         Produza um texto narrando essa situação.
 

Situação de aprendizagem ( Profa. Silvânia)

Situação de Aprendizagem

Texto: Avestruz
Autor: Mario Prata
Gênero: Crônica
Público Alvo: 7º e 8º anos
Objetivos:
- Ler para conhecer a estrutura da crônica
- Ler para despertar o gosto pela leitura de crônicas.

Habilidades contempladas antes da leitura

- Quais são os suportes que encontramos o gênero crônica?
- Existem leitores específicos? Quem seriam estes leitores.
- O que é uma crônica? Que tipo de linguagem predomina na crônica?
- Crônica é uma história? Uma história comum ou do dia-a-dia?
- Qualquer assunto pode ser tratado em uma crônica?
- O cronista possui um olhar específico para crônica? Subjetivo ou objetivo?
- Por que o cotidiano é um elemento principal da crônica?


Habilidades contempladas durante a leitura

# A leitura será feita pelo professor e direcionada, em seguida os alunos grifarão palavras desconhecidas.

- Esclarecimento de palavras desconhecidas (usos do dicionário), e a partir de inferências.
- Identificação das pistas linguísticas (pronomes)
- Fazer referência a outros textos.


Habilidades contempladas despois da leitura

- Síntese semântica (resumo). De preferência oral.
- Troca de impressões a respeito de textos lidos como: músicas levando em conta a intertextualidade.
- Fazer levantamento e questionamento direto sobre o assunto do texto como: Como é um avestruz? Este animal pode morar em apartamento?
- O aluno conseguiu compreender a mensagem do texto?

-# Para finalizar em duplas irão fazer a reescrita do texto.

Sequência Didática

SEQUÊNCIA DIDÁTICA

Tema: Crônica

Texto: “Avestruz” de Mário Prata



Um início de conversa (sondagem)
- Onde encontramos crônicas?
-Como se estrutura este tipo de texto? Em qual agrupamento pertence ( Narrar, relatar, argumentar)
- Em quais suportes podemos ler crônicas?
- O cronista possui um olhar específico para a crônica? Este olhar é objetivo ou subjetivo?
- Que tipo de histórias podemos tratar em uma crônica? Histórias reais do dia a dia ou ficcional, polêmicas?

Leitura e análise do texto

Primeiro passo:
- Leitura compartilhada e em seguida levantamento das palavras desconhecidas (uso do dicionário) e fazer inferências. Em seguida solicitar aos alunos o relato oral do texto o que ele pode depreender do texto lido. Esta atividade é predominantemente ORAL.
Segundo passo:
- A respeito do texto “Avestruz” responda no caderno:
a) Qual é o assunto do texto?
b) É comum alguém pedir um avestruz de presente? Sim ou não e por quê?
c) Faça um resumo com suas palavras em seu caderno da crônica lida.
Agora é a sua vez:
Agora você é o cronista, escolha um assunto interessante escreva e depois relate para seus colegas de sala. OK?


Referência Bibliográfica

PRATA, Mário. Avestruz. Caderno do aluno/ 6º ano vol. 2

domingo, 16 de junho de 2013

Sequência Didática: "Avestruz" Mário Prata



SEQUÊNCIA DIDÁTICA
TEXTO: “AVESTRUZ”
MARIO PRATA
Objetivo:
·         Ler por fruição despertando no aluno o interesse através do humor.
·         Reconhecer as características do gênero crônica.
ANTES DA LEITURA
·         Pesquisar  na sala de informática, sobre a ave e seu habitat, para mais tarde relacionar com o espaço da crônica, o apartamento – organizar um texto: verbete como dicionário sobre avestruz.
·         Professor pode apresenta no projetor síntese sobre a vida e obra do autor Mário Prata – com fotos.
·         Fazer levantamento de hipóteses:
Sobre o conteúdo da crônica a partir do título:

1-      Do que se trata o texto?
2-      Qual o assunto do texto?
3-      O avestruz é personagem?
4-      Qual será a sua importância?
5-      Quando e onde você acha que aconteceu a história?
A partir da função da formatação do texto:
1-       É uma fábula?
2-      É uma poesia?
3-      É uma carta?
4-      É uma receita?
5-      É uma crônica? O que vocês acham?
DURANTE A LEITURA
·         Leitura completa do texto feita pelo professor.
·         Confirmar ou retificar as hipóteses levantadas a partir do título do texto e sua formatação.
·         Levantar os elementos da narrativa caracterizando o gênero-crônica:
1-      Quando aconteceu o fato?
2-      Onde aconteceu o fato? É possível um avestruz viver num apartamento?
3-      Com quem aconteceu?
4-      O que aconteceu? Qual o assunto?
5-      O narrador está em que pessoa?
·         Elaborar coletivamente o quadro esquemático com características do gênero crônica. Por que classificamos esse texto como crônica?
·         Apontar as marcas de humor no texto. Há momentos do texto que indicam situações ridículas ou engraçadas que provocam humor? Quais?
DEPOIS DA LEITURA
·         Construção da síntese oral do texto:
1-      Quem é o protagonista? Há mais personagens?
2-      Qual o conflito do protagonista?
3-      Como resolveu seu problema?
4-      A solução final é satisfatória? Você teria uma nova sugestão?
·         Trocar impressões sobre a crônica questionando se a maneira como o autor terminou colaborou para a continuidade de humor.
·         Após a construção moral elaborar a reescrita da crônica em duplas, favorecendo o aluno com dificuldade ( o aluno com mais facilidade auxiliando o que tem mais dificuldade).
·         Apresentar anedotas, tirinhas, charges, crônicas para que o aluno faça inferências sobre o humor implícito e explícito nesses portadores.

Situação de Aprendizagem criada a partir do texto "Pausa", de Moacyr Scliar, durante os três encontros presenciais do curso Melhor Gestão Melhor Ensino (10,13 e 14/05/2013)

Objetivo: conhecer o gênero conto e incentivar o gosto pela leitura.
Público alvo: alunos do 7º ano.
Número de aulas: 10 (dez).
Professor Victor Amato dos Santos.

Para antes da leitura:
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1. Você sabe quem é Moacyr Scliar?
Vamos à Sala de Informática pesquisar detalhes sobre quem é o autor do texto Pausa.
Organizemos, então, grupos de três alunos para cada computador.
(Para o professor: Os grupos deverão ser mistos, isto é,  todos constituídos tanto por alunos que tenham maior habilidade quanto pelos que tenham maior dificuldade de leitura / escrita. De preferência, os que são mais hábeis pedirão aos que têm maior dificuldade que digitem as informações no site onde será feita a pesquisa. As anotações deverão ser feitas pelos alunos com maior habilidade para tanto, mas sempre lidas para os demais, que, em seguida, irão compartilhá-las, anotando-as nos respectivos cadernos.)
(*Expectativas em função do autor ou instituição responsável pela publicação.)

2. O que você entende por pausa? Você já sentiu necessidade disso em sua vida? Em que momento(s)?
(*Levantamento do conhecimento prévio sobre o assunto.)

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Momento da a leitura em voz alta – feita pelo professor, ou pelos alunos com maior competência / habilidade para tanto –, para, em seguida, continuar o trabalho de leitura / escrita, com as seguintes atividades:
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3. Você sabe a que tipologia e a que gênero pertence o texto Pausa? Você se lembra de algum momento em sua vida em que textos desse gênero tenham sido lidos por você mesmo, ou para você, por outra pessoa? Que elementos desse gênero você consegue identificar no texto Pausa?
(*Expectativas em função da formatação do gênero (divisão em colunas, segmentação do texto...))

4. Faça uma nova leitura individual (desta vez, silenciosa), e grife, no texto, as palavras cujo significado seja desconhecido por você.
Observe o lugar do texto em que elas estão escritas e tente, da sua maneira, identificar o significado das mesmas.
Depois de feito isso, vamos conferir se os significados que demos a elas conforme o uso feito no texto estão corretos. Os dicionários estarão à disposição dos grupos para esse último momento desta atividade.
(*Esclarecimento de palavras desconhecidas a partir de inferência ou consulta a dicionário.)

5. Leiamos novamente o primeiro parágrafo do texto Pausa.
É possível, somente com a leitura deste trecho, definir aproximadamente em que dia da semana se passam os acontecimentos narrados no texto?
(*Confirmação ou retificação das antecipações ou expectativas de sentido criadas antes ou durante a leitura.)

6. Identifique no texto os marcadores temporais que nos indicam os momentos do desenrolar da história e defina quais são esses momentos.
(*Identificação das pistas linguísticas responsáveis pela continuidade temática ou pela progressão temática.)

7. Já podemos confirmar (ou não) o que comentamos na quinta atividade sobre esta leitura? O que foi importante para conhecermos com exatidão o dia em que se passa o que é narrado no texto Pausa?
(*Confirmação ou retificação das antecipações ou expectativas de sentido criadas antes ou durante a leitura.)

8. O que levava o personagem Samuel a sair de casa num dado dia da semana, logo pela manhã, e voltar somente à noite? É possível definir com precisão que dia da semana é esse? Por que o gerente do hotel chama Samuel de seu Isidoro?
(* Construção da síntese semântica do texto.)

9. Identifique, no texto, alguma palavra ou expressão que esteja sendo usada em sentido figurado (conotação). Em seguida, dê-lhe o significado.
(*Construção da síntese semântica do texto.)

10. Mantendo o mesmo grupo, vamos trabalhar da seguinte forma: ou a esposa de Samuel, ou o gerente do hotel em que o personagem principal do texto Pausa se hospedava deverá contar esses acontecimentos.
Não se esqueça de que cada um tem o próprio jeito de olhar os fatos e entendê-los.
Para tanto, cada grupo deverá construir um texto. O rascunho será trabalhado pelos grupos (cada qual o seu) fora do horário de aulas e deverá ser trazido, já passado a limpo, na próxima aula, para que o professor faça os apontamentos de melhoria de escrita.
(*Construção da síntese semântica do texto. / Utilização, em função da finalidade da leitura, do registro escrito para melhor compreensão.)

Situação de aprendizagem: "Pausa", de Moacyr Scliar

Para os visualizadores do blog, um esclarecimento: essa situação de aprendizagem foi produzida no encontro presencial do curso Melhor gestão, melhor ensino. Baseada em uma bibliografia específica sobre leitura, ela é uma tentativa de articular as estratégias de leitura - de que tanto se fala atualmente - a uma atividade prática. 

SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM
Série: 8º ano
Objetivos: ler o texto para conhecer e produzir inferências globais ( identificar as informações globais ou pressupostas para compreender o texto).
Texto: “Pausa”, de Moacyr Scliar.

Antes:
·         Organizar a sala em duplas, colocando um aluno com mais dificuldade com um com menos.
1 – Hoje vamos ler o texto “Pausa”, de Moacyr Scliar. Alguém já leu algum texto desse autor? O que sabemos sobre ele? (Apresentar com  PowerPoint a biografia e a foto do escritor.) ATIVAÇÃO DE CONHECIMENTOS
2 – O texto que vamos ler tem como título “Pausa”. O que essa palavra lembra a vocês? (Escrever tanto a palavra quanto o que os alunos disserem na lousa.)
3 – Agora vocês devem procurar a palavra “pausa” no dicionário. (O aluno com mais facilidade ajuda o colega com mais dificuldade.)
4 – Vamos confirmar se o que vocês falaram como significados de “pausa” aparece no dicionário? (O professor anota, na lousa, quais são os significados do verbete e estabelece uma comparação semântica com a classe.)
Durante:
·         O professor faz a leitura em voz alta para a classe. Os alunos ainda não estão com o texto.
·         Habilidade trabalhada: elaboração de inferências a partir do levantamento de hipóteses.
1 – Após a leitura do primeiro parágrafo, perguntar: “A que horas Samuel se levantou? E qual poderia ser o dia da semana?”
2 – Por que a esposa perguntou para Samuel se ele iria sair de novo? O que esse de novo pode significar?
3 – O terceiro parágrafo faz uma descrição da personagem (O professor pode perguntar se os alunos se lembram do que é uma descrição). Veja: Samuel era jovem, tinha a fronte calva, as sobrancelhas espessas, o rosto sombreado pela barba recém-feita. Para concluir, o narrador diz que o conjunto era uma “máscara escura”. Por que se usa uma máscara? Qual é a função desse objeto? Por que ela estaria relacionada à personagem? (Inferência)
4 – Veja:
 “Ela olhou os sanduíches:
─ Por que não vens almoçar?”
Por que a esposa perguntou se ele não viria almoçar? O que a levou a questionar isso?
5 – Repetindo: “Deteve-se ao chegar a um hotel pequeno e sujo. Olhou para os lados e entrou furtivamente.” Por que o personagem estaria entrando no hotel preocupado, desconfiado?
6 – Segundo o que acabamos de ler, Samuel subiu quatro lances de escada e se deparou com duas mulheres e uma delas lhe disse: “Aqui, meu bem!”. E aí: para que seria a pausa? Nossas expectativas iniciais estão se confirmando?
7 – O texto diz que Samuel sonhava que corria nu por uma planície. O que vocês acham que poderia significar a nudez do personagem?
8 – Por que o gerente do hotel chama Samuel de Isidoro?

Depois:
·         O professor entrega os textos aos alunos. Ainda em dupla, um aluno lê para o outro alternadamente para que seja feita a retomada do contexto.
1 – Voltemos ao título. Para que a pausa era feita pelo personagem?

2 – Vocês gostaram do texto? Por quê? (Troca de impressões a respeito dos textos lidos).

quarta-feira, 12 de junho de 2013

"Cada coisa a seu tempo tem seu tempo.
Não florescem no inverno os arvoredos,
 nem pela primavera
têm branco frio os campos..."
Ricardo Reis

terça-feira, 11 de junho de 2013

Sobre o amor aos livros...

A memória andante

        No terceiro dia do ano 47 a.C., ardeu em chamas a biblioteca mais famosa da Antiguidade.
      As legiões romanas invadiram o Egito, e durante uma das batalhas de Júlio César contra o irmão de Cleópatra o fogo devorou a maior parte dos milhares e milhares de rolos de papiro da Biblioteca da Alexandria.
     Um par de milênios depois, as legiões norte-americanas invadiram o Iraque e, durante a cruzada de George W. Bush contra o inimigo que ele mesmo inventou, virou cinza a maior parte dos milhares e milhares de livros da Biblioteca de Bagdá.
     Na história da humanidade inteira, houve um e só refúgio de livros seguro e à prova de guerras e incêndios: a biblioteca andante, uma ideia do grão-vizir da Pérsia, Abdul Kassem Ismael, no final do século X. 
    Homem prevenido, esse viajante incansável levava sua biblioteca consigo. Quatrocentos camelos carregavam cento e dezessete mil livros, numa caravana de dois quilômetros de comprimento. Os camelos também serviam de catálogo das obras: cada grupo de camelos carregava os títulos que começavam com uma das trinta e duas letras do alfabeto persa.
                                                                          in Os filhos dos dias, de Eduardo Galeano.

domingo, 9 de junho de 2013

" O Livro"

O Livro - Autora: Elidiane Rosso- 5ªsérie

Que livro é esse
que vive fechado
num mundo escuro
vazio e sem nada?

Um livro tem que ser
aberto,num mundo claro
cheio de alegria e colorido
que leve a imaginação
para bem longe.

Um livro não é nada
apenas um livro a espera
de ser contado para o mundo

O Livro é uma bênção
transmite paz, alegria,  amor...
sonho , imaginação e eleva o coração.

O Livro - por Silvânia

Sem cair no lugar comum
o livro é o melhor amigo,
sem desmerecer o nosso cãozinho.

O Livro fica ao nosso lado,
mas só  é amigo se fizermos
a leitura, o diálogo a pergunta,
enfim criar laços íntimos com ele.

Ah! Se todos encontrassem no Livro 
uma resposta, um amor, um momento de paz,
um momento de conflito,questionamento, e 
que de repente tudo fosse desvendado...

O Livro essa coisa cheia de páginas 
que para alguns é intediante...mas...
é importante ter laços com ele...
comece  a olhar, a paquerar, a tocar e

de repente, vocês vão ficando íntimos
e na intimidade, vai desvendando uma
dependência...enfim ele ja passa a ser
parte da vida, e você não consegue viver mais sem...

Ah! O Livro...

"Um pouco de poesia"

Mulher!

Na tua essência semente
és coragem, desafio e força.


Na coragem se exalta
No desafio enaltece
Na força sustenta
Todo poder e toda beleza
Que irradia do teu ser.

Mulher, criatura que diviniza.


Tem um manto que eleva
Tem no coração o Amor
Que  protege, cria e desafia
Enobrece todo ser que te destina.

Mulher!!! Criatura divina
Flor que encanta
Doce e eterna Mulher!
Silvânia

27/02/2007

O direito de sonhar ou o encontro com a utopia

Vídeo belíssimo de Eduardo Galeano. Para quem ainda não viu,
http://www.youtube.com/watch?v=m-pgHlB8QdQ
Olá, visitantes! Este blog é fruto dos estudos realizados no curso Melhor Gestão Melhor Ensino, do AVA-EFAP, pelos professores Adriana Maria Alckmin de Lemos França, Maria Bethânia de Siqueira Leite Fochi dos Santos, Patrícia Auxiliadora Lima Fernandes, Silvânia Maria Nogueira de Lima e Victor Amato dos Santos, sob a tutoria de Karla Reis Martins. Nosso objetivo era criar um blog em grupo – atividade principal do curso –, para compartilharmos inicialmente nossas experiências de leitura e escrita , a fim de que o mesmo nos servisse como modelo para o trabalho com alunos em nossas escolas da Rede Pública do Estado de São Paulo. Mas, além disso, esperamos que esse seja um espaço de troca de experiências em sala de aula. Desejamos que os nossos seguidores também caminhem conosco por essa trilha infinita traçada pelas letras.

sábado, 8 de junho de 2013

Minha experiência com leitura e escrita

O que até hoje continua muito viva na minha memória são as histórias de contos de fada que minha mãe contava para mim. Eram vários volumes que continham as histórias do Chapeuzinho Vermelho, Branca de Neve, Cinderela, O Gato de Botas, Rapunzel, e muitas outras que me encantavam. O livro era muito bem ilustrado e com isso despertava mais ainda a curiosidade de ouvir as histórias e depois continuar a sonhar.
Na minha época a televisão era algo novo nos lares e sendo assim a leitura tinha destaque e eu adorava ouvir histórias.  Talvez por ter mãe professora livros sempre foi algo importante no meu dia a dia.
Era muito engraçado e minhas amigas podem provar isso.
Uma das brincadeiras preferidas era dar aulas para as bonecas. Em um natal ganhei uma mesinha de estudos com lousa, hoje nunca mais vi este brinquedo. Eu dava aulas para as bonecas, não sabia ler ainda, mas reproduzia as histórias que ouvia de minha mãe para as bonecas e já rabiscava algumas letras na lousa. Mais tarde já alfabetizada convidava minhas amigas vizinhas para brincar de “escolinha”. E assim fui fazendo meus estudos e hoje professora de verdade procuro ser boa professora como fui boa aluna.

Hoje procuro motivar a leitura e mostrar como é bom ler e o quanto à leitura nos leva a criar e desenvolver muitas habilidades como a escrita e a desenvoltura em conversar, pois sempre temos vocabulário e assunto para desenvolver um bom diálogo.  (Silvânia)

Ler e escrever ou escrever e ler?

 O processo de escrita sempre foi muito marcante para mim. Venho de uma família de professores e tendo convivido com todo tipo de escrita; não me lembro de ter as mesmas expectativas em relação a ela como tive ao ingressar pela primeira vez na escola.
   Fui criança calma e os papéis, livros e canetas eram minha a distração.
   As canetas tentavam-me, de todos tamanhos, tipos e cores. Desde bebê elas me pertencem e até hoje sou fã delas, é através delas que chego à escrita.
   A leitura entrou em minha vida quando ainda era bem pequena e permanece até hoje, não como gostaria, mas como o tempo permite.
Ouvi muita história lida por minha mãe e avó e posteriormente li por conta própria, li muito, naquele tempo em que as horas eram livres e o tempo, meu amigo, permitia que abraçasse as histórias e as fizessem companheiras...

Hoje a leitura é meu recurso de trabalho, de lazer, é tão inerente a minha vida que não me reconheço sem um livro, revista, folheto, panfleto... em mãos. (Adriana Maria Alckmin de Lemos França)

Experiências iniciais de leitura

Como observamos nos depoimentos sobre a leitura, essa experiência deixa marcas profundas. Infeliz daquele a quem não é oferecida a riqueza da leitura, algo que nos faz buscar no irreal, a realidade de nossas vidas.
   O depoimento de Gilberto Gil me transportou para a infância, enquanto minha mãe preparava a comida simples para a família imensa - onze filhos que aguardavam falantes a hora do almoço, da janta... Nesses momentos de congestionamento na cozinha, os irmãos mais velhos partilhavam com os mais novos as novidades que traziam da escola: livros, leituras que seriam cobradas, às vezes, no dia seguinte. Como éramos muitos filhos, não comprávamos os livros e tínhamos que esperar que algum colega solidário nos emprestasse. Vivíamos momentos de "Felicidade clandestina" enquanto devorávamos os livros, os comentários, o final da história . Eram histórias de aventura, de coleções simples, mas que abriram as portas para um prazer que faz parte da vida de quase toda a minha família.

   Hoje, com meus alunos, tento incentivar a leitura comentando minhas experiências, indicando algumas leituras essenciais. Felizmente, na escola, temos inúmeros livros e contamos com duas professoras bastante envolvidas e dispostas a atender às necessidades dos alunos. Há um movimento intenso na biblioteca e eu percebo que, os alunos que realmente leem os livros que levam para casa, são contagiados e espalham esse prazer para os outros. (Patrícia Fernandes) 

Experiências iniciais de leitura

Professora do antigo primário, minha mãe dava aulas em classes multisseriadas. E, como ela não tinha com quem me deixar, me levava consigo (eu tinha 4 anos de idade). No fundo da sala de aula, eu brincava com um caderno, um lápis e uma borracha que ela havia me dado.
            Mais ou menos um mês depois, ela pegou o meu caderninho e se surpreendeu: minha mãe, minha primeira professora, sem querer, me havia alfabetizado. Após o “susto”, ela pediu que eu lesse algumas coisas que estavam lá registradas; e, depois, em casa, pegou jornais e revistas do meu pai para me experimentar: nenhuma dificuldade de eu ler o que ela ia me mostrando nas páginas.

            Depois, foram livros e mais livros que, todos os anos, passam diante de meus olhos. Até a publicação do meu próprio livro neste ano: "A História do Carnaval de Cunha".             Prof. Victor Amato dos Santos.